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Conheça tudo sobre motores automotivos

Os motores de carro consistem no coração do veículo. Por mais que eles contem com uma série de outros componentes importantes (os elétricos, por exemplo) os defeitos no motor costumam ser os que mais tiram o sono dos motoristas.

Afinal de contas, eles impedem que o veículo exerça a tarefa para a qual foi adquirido: transportar pessoas e cargas.

Por outro lado, nem todos os motoristas sabem quais são os componentes das peças, muito menos qual a importância de cada uma. Assim, quando o carro apresenta algum comportamento atípico, não sabem sequer o que dizer ao mecânico responsável por identificar o problema.

Ainda assim, nunca é tarde para aprender. Confira, a seguir, algumas informações interessantes para motores automotivos:

  1. A fabricação de motores envolve alta tecnologia

A indústria automobilística mudou muito nas últimas décadas. Ano após ano, as montadoras apresentam veículos cada vez mais impressionantes e modernos, que seriam inconcebíveis há alguns anos atrás.

usinagem de motor é uma das técnicas responsáveis pela mudança profunda pela qual essa indústria passou. Trata-se de fabricar peças (automotivas ou não) por meio de um processo que se assemelha à escultura: extrai-se a parte de um bloco de matéria-prima.

Atualmente, esta opção de fabricação está ainda mais moderna, graças à usinagem CNC (comando numérico computadorizado). Nele, o projeto é elaborado em um programa de computador específico.

Este, por sua vez, é repassado para uma máquina, que usa estes dados para realizar o processo de fabricação de modo automático.

Depois disso, a peça recém-construída passa por um processo de torneamento, de modo a remover o excesso de material ao seu redor e fazer pequenos ajustes em seus orifícios.

De modo geral, este modo de fabricação, além de mais eficiente, é mais preciso. Desta forma, há menos chances de que carros mais novos apresentem problemas sérios no motor.

  1. A retificação de motores resolve pequenos desgastes

Apesar de a usinagem de peças ser mais associada à fabricação de veículos novos, ela também pode ser usada para reparar problemas nos já existentes.

A diferença é que, nestes casos, ela é conhecida por outro nome: retificação. Ela costuma ser feita em estabelecimentos especializados, conhecidos como retíficas.

Depois de algum tempo de uso, este procedimento é sempre necessário. Isto pois, quando um veículo está em funcionamento, as peças do motor são submetidas a condições extremas de atrito e temperatura.

Assim, é comum que, após uma certa quantidade de quilômetros rodados, uma retificadora precise fazer ajustes em suas partes. Do contrário, o motorista notará problemas como:

  • Aumento no consumo de óleo;
  • Mais fumaça que o normal saindo pelo escapamento;
  • Perda de potência do motor;
  • Aumento no consumo de combustível;
  • Superaquecimentos constantes no motor;
  • Aumento dos ruídos no motor.

De modo geral, perde-se potência e aumenta-se o consumo de fluidos no carro, o que causa problemas de desempenho do veículo.

Felizmente, um estabelecimento especializado é capaz de corrigir os desgastes e otimizar o funcionamento do motor. A retifica de Virabrequim, por exemplo, pode fazer os ajustes necessários para que o eixo da manivela funcione bem. Isto é importante pois esta é uma das peças que cria energia para que as rodas girem.

  1. Todos os tipos de motores precisam de manutenção

Muitas pessoas dependem fortemente do carro para realizar tarefas profissionais e/ou pessoais no cotidiano. Por conta disso, elas não se imaginam sem o veículo um instante sequer.

Normalmente, o resultado disso é que a manutenção preventiva do motor sai prejudicada, o que pode causar problemas sérios mais adiante.

Vale ressaltar que, quando um carro está na garantia, a montadora impõe que o proprietário faça com que ele passe por uma revisão periódica, seja na concessionária ou em uma oficina especializada. Nestes casos, o procedimento é uma condição obrigatória para a continuidade da garantia.

Entretanto, a manutenção de motores a gasolina é importante mesmo que este período já tenha acabado. Isto pois, à medida que a quilometragem do carro aumenta, consequentemente os danos que o uso cotidiano causa no motor. também são maiores.

Isso pode significar desde um comprometimento da eficiência das peças até mesmo defeitos mais graves, que podem inutilizar o veículo.

Por conta disso, recomenda-se que a cada seis meses (ou dez mil quilômetros rodados) o proprietário deixe seu veículo nas mãos de um profissional de confiança, que faça um levantamento geral do estado de suas peças.

Assim, defeitos silenciosos podem ser resolvidos antes que se transformem em problemas que inviabilizem o funcionamento adequado do veículo.

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